Agregando os problemas socioeconômicos

Os muros da sociedade capitalista estão levantados para tudo que possa interferir na economia. A população mundial vem crescendo cada vez mais, países que antes eram dependentes de outras potências mundiais tornam-se economias de influência e possuem um crescimento exponencial em relação à ascensão das classes sócias. A economia mundial cresce e países com grandes densidades demográficas precisam de carne e energia elétrica.

O petróleo, combustível fóssil não-renovável, movimenta o mundo e a demanda por carros aumenta e devido estes automóveis a poluição cresce em progressão geométrica.

O carvão começou a ser utilizado a partir do momento que o homem iniciou a automatização de suas tarefas, os gastos com este minério eram altos e a partir deste momento começaram utilizar o petróleo, pois gerava mais energia e além de tudo era mais barato. Também utilizam o petróleo como principal matéria prima para a obtenção dos mais diversos produtos como o plástico, derivado sempre presente em qualquer lugar, situação que nos permite dizer: - Somos uma sociedade plastificada.

Antigamente os atuais países desenvolvidos tiveram que desmatar suas florestas, transformando-as em carvão para moverem as máquinas desenvolvidas na revolução industrial. Agora com o petróleo tais países produzem muito mais energia e conseqüentemente mais C02 (Dióxido de Carbono) o principal precursor do Aquecimento Global (Aquecimento excessivo gerado pelo efeito estufa artificial). O dióxido de carbono, metano, dentre outros, destroem as moléculas de O3 (Ozônio) que formam a camada de Ozônio que tem como principal papel diminuir a intensidade dos raios U.V (Ultravioleta).

Os raios ultravioletas em excesso são prejudiciais à saúde sendo os principais causadores do câncer de pele que atualmente assola muitas vidas mundo afora.

A população mundial não tem mais espaço para morar na horizontal, no entanto constroem edifícios. Estes prédios mudam a rota de deslocamento da massa de ar e juntamente com o dióxido de carbono e outros gases resultantes da queima de combustível fóssil geram a inversão térmica (inversão de massas de ar) que funciona como um “tampão”; retendo boa parte da poluição nas camadas mais próximas ao solo. Essa inversão térmica é prejudicial à saúde e facilita a ocorrência de doenças respiratórias, irritações oculares dentre outras conseqüências.

Caminhamos rumo à extinção, claro que há uma solução para todos esses problemas, cientistas de diversos lugares avisam há muito tempo sobre as conseqüências da revolução industrial, aumento da população e que deveria haver um desenvolvimento sustentável, mas só agora esses avisos se intensificaram com a ajuda da mídia. Avisos inúteis perante os hábitos pessoais de cada indivíduo e são estes muros que as protegem contra qualquer mudança ou algo que venha influenciar seu estilo de vida, seu luxo, sua comodidade e seu padrão de vida, que muita das vezes é um dos principais responsáveis pela degradação.

Consumo de água excessivo, carros que consumem litros de combustível para rodar um quilometro, enquanto poderiam usufruir de transportes públicos, desde que tais sejam de qualidade, inúmeras viagens áreas anualmente, consumo e desperdício excessivo de carne, dentre outros hábitos.

Este padrão de vida descrito é típico das classes sócias elevadas, mas infelizmente os muros impostos para defender este consumo só serão derrubados quando o resultado de tudo isso bater em suas portas.

E mesmo assim, será que atenderão ao pedido do consumo sustentável ou buscarão outro planeta para destruir?

2 comments Julho 7, 2008

Terra - Caetano Veloso

Não há passageiros na nave espacial Terra; somos todos tripulação.

Marshall McLuhan

Add comment Junho 15, 2008

Paródia quase ambiental: I want break to free

Add comment Maio 25, 2008

Mudanças Climáticas… Como “auxiliamos” nisso?

O aquecimento global é hoje uma das maiores ameaças à vida, um fenômeno climático de grande proporção, que está causando o aumento da temperatura média da superfície terrestre nos últimos 150 anos.

Atualmente existe um debate em relação às causas deste aumento na temperatura. Boa parte dos cientistas afirma que o aquecimento observado se deve ao aumento da concentração de poluentes antropogênicos (provocados pelo homem) na atmosfera que causa o agravamento do efeito estufa. A humanidade tem hoje recursos tecnológicos para resolver esta situação, mas terá vontade política?

Quanto você contribui para o aquecimento global?

Se você pensa em chaminés industriais quando alguém fala em aquecimento global, saiba que, todos os anos, cada “pessoa física” do planeta produz, em média, 7 toneladas de gás carbônico. A estimativa, feita pela ONU, não inclui fábricas e usinas, só a soma de todas as emissões que as pessoas provocam ao ligar o carro, acender o fogão ou comer carne. Somadas, elas são responsáveis por 0,9% das 7 gigatoneladas anuais de gás carbônico que a humanidade joga na atmosfera (número semelhante à emissão de fenômenos naturais, como vulcões e incêndios florestais). “O impacto pessoal na formação do efeito estufa é muito grande. Quanto mais prejudicamos o clima, fica mais urgente ainda tomar uma atitude”, diz Osvaldo Martins, da ong Iniciativa Verde.

Não há mais muita dúvida de que o homem é responsável pelas alterações que o clima do planeta sofreu nos últimos 50 anos. De acordo com o relatório Mudanças Climáticas 2007, as chances são de mais de 90%. “Mesmo que as emissões de gases na atmosfera fossem reduzidas em 60% para que o planeta recuperasse o equilíbrio, já experimentaremos um aumento de 0,1ºC na temperatura a cada década durante os próximos 100 anos”, diz Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A melhor atitude a se tomar é diminuir a emissão pessoal de gás carbônico.

Texto: “Quanto você contribui para o aquecimento global?”, do Tiago Cordeiro, do site da Super Interessante.

Site: Super Interessante

Autores da Publicação: Luiza e Paulo Henrique

Add comment Maio 13, 2008

GOOGLE NA VERSÃO BLACK, ECOLOGICAMENTE CORRETO E MUITO BONITO

O site Blackle propõe há já algum tempo uma versão preta do Google.


Mas a escolha do preto não é o fruto de alguma vocação ao estilo gótico nem é puramente estético. Não, o motivo é bem mais nobre. Trata-se na realidade de poupar energia, como?

A professora Judy A. Roberson demonstrou em 2002, que um ecrã preta consome significativamente menos energia que um ecrã branco. Sobre essa base a Heap Media calculou que podiam ser poupados muitos watts se utilizasse-mos um ecrã preto para a maioria das nossas utilizações.

Considerando que seria difícil obrigar os editores de softwares a optar pelo preto como cor de fundo por defeito das suas aplicações a Heap Media decidiu voltar-se para a internet onde os jovens europeus (mais sensíveis as questões ambientalistas) passam 9 horas por semana em média.

O Google sendo o site mais utilizado a nível mundial, foi naturalmente que a Heap Media decidiu lançar uma versão preta do mesmo, embora sem nenhuma ligação oficial com a Google. O Blackle nasceu assim e segundo os seus responsáveis já teria ajudado a poupar 412,950.033 Wh desde o inicio do projecto.

O Blackle existe em várias línguas, entre elas o português.

Outro projecto, Português esse, chamado Google Zero nasceu com o mesmo objectivo e alem da cor preta também lhe dá umas dicas para reduzir o consumo de energia.
Este projecto é bem mais completo que o Blackle e é Portugues!
Blackle

CLIQUE AQUI E VEJA COMO FICOU O GOOGLE ZERO

CLIQUE AQUI E VEJA COMO FICOU O BLACKLE

Add comment Maio 12, 2008


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